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ÁCIDO ÚRICO ELEVADO CAUSA INFLAMAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES

A hiperuricemia é o nome que se dá ao aumento de ácido úrico na corrente sanguínea, geralmente ocasionado pelo aumento de sua ingestão ou pela sua produção ou excreção pelo organismo. Sua principal consequência é a Gota, doença caracterizada pela inflamação das articulações, que sofrem com a deposição de cristais de ácido úrico.

Em síntese, as causas da hiperuricemia podem ser genéticas e/ou ambientais. Entre os fatores ambientais, a alimentação pode contribuir substancialmente para o quadro, representando um terço da produção de ácido úrico no organismo, como resultado da quebra de moléculas de purina, proteína contida em muitos alimentos.

Pouco se sabe, entretanto, sobre a identidade e a quantidade precisa de purina na maioria dos alimentos, especialmente quando cozidos ou processados industrialmente. De acordo com nutricionistas do Einstein, indivíduos com hiperuricemia ou gota devem seguir uma alimentação equilibrada, com restrição de bebidas alcoólicas -principalmente cerveja – e baixa ingestão de alimentos de origem animal ricos em purinas, tais como: arenque, anchova, mexilhão, bacalhau, ovas de peixe, cavala, truta, sardinha, salmão, carne de vitela, bacon e miúdos.

Alimentos de origem vegetal ricos em purinas podem ser consumidos, e a ingestão de laticínios com baixo teor de gordura deve ser estimulada, pois pode contribuir para a melhora do quadro.

Alimentos com moderado teor de purina não devem ser consumidos na fase aguda da Gota, como por exemplo: castanha de caju, amendoim, nozes, espinafre, caranguejo, coco, couve flor, cogumelo, aspargos, lagosta, lentilha, cereais integrais, ostras, ervilha, camarão, grão de bico, carne de coelho, carne de porco, soja e derivados, feijão, castanha do Pará.

Os alimentos permitidos, com baixo teor de purinas são: massas, sagú, fubá, frutas, pães, margarina, queijo, chocolate, arroz branco, chás e leite.

Por fim, o consumo de água em abundância também é importante para auxiliar o organismo a eliminar o ácido úrico pelos rins.

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A DOR É O LIMITE

“Isso acontece pela busca insana das pessoas pela beleza. Muita gente se mata na academia para ter um corpo perfeito e termina se acabando realmente”, opina Márcio Marega, fisioterapeuta do Einstein, explicando o processo de desgaste do corpo.

“O exercício físico intenso normalmente desencadeia o estresse oxidativo (desequilíbrio entre a formação e remoção de agentes oxidantes no organismo), que gera a diminuição do desempenho físico, além de fadiga e danos musculares, promovendo alterações do sistema imune e do estado de treinamento”.

Para evitar este problema, a dica é não passar dos limites, conforme explica Márcio, e ficar atento a alguns sinais de desgaste do corpo. “Irritabilidade, falta de vontade de treinar, perda de apetite e de força, contusões e resfriados frequentes, dores de cabeça, sede anormal, insônia, tremor nas mãos, depressão e ansiedade, além da interrupção do ciclo menstrual na mulher devem servir de alerta para uma revisão da periodização dos exercícios, bem como de um repouso adequado.”

Descansar é o melhor remédio

 

Se você acabou exagerando nos exercícios, o ideal é dar um tempo para o corpo se recuperar. “O repouso é indicado, assim como reorganizar o treino. Por exemplo, começar por outra atividade diferente quando for praticar o exercício novamente. Também vale se lembrar do alongamento”, explica Márcio.

Além desta receita, não adianta pensar que tomar algum tipo de suplemento ou remédio de maneira irresponsável vai melhorar a recuperação. “Qualquer suplemento deve ser prescrito e seu uso precisa ser feito com orientação nutricional. Não é indicado tomar alguma coisa diferente simplesmente porque um amigo da academia falou que fez bem”, reitera.

A dor é o limite

 

Além da estética, algumas pessoas acabam exagerando nos exercícios pela obsessão do “corpo saudável” a todo custo. Para evitar esta situação, a dica é não confiar apenas na própria percepção e sempre consultar um especialista no assunto antes da realização de qualquer atividade, já que ele pode fazer uma avaliação adequada de cada pessoa e saber indicar o volume certo dos treinos.

No caso de não ter um especialista por perto, o fisioterapeuta dá uma dica simples para evitar o exagero: “A gente não pode sentir dor!”, afirma. “O esforço deve ser sempre moderado. Não pode terminar a atividade física extenuado e se desenvolver além do confortável, principalmente se não foi feita uma avaliação prévia. Em vez de benefícios, a pessoa vai se machucar”, conclui Márcio.

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NOVEMBRO AZUL

O Personal Lab – Laboratório de Análises Clínicas apoia o Novembro Azul e todos os movimentos que tratam do cuidado com a saúde e da prevenção. Disponibilizamos para nossos clientes exames e procedimentos que fazem parte da prevenção ao câncer de próstata, dentre eles o Exames de PSA e PSA Livre que auxiliam no diagnóstico do câncer de próstata. E neste mês de novembro, oferecemos 10% de desconto nesses procedimentos para você cuidar da sua saúde.

 

Conte com o Personal Lab. Para mais informações sobre exames, entre em contato com a nossa Central de Relacionamento com o Cliente no número (12) 3224-8910.

 

O Câncer de Próstata

 

O câncer de próstata é o câncer mais frequente no sexo masculino, ficando atrás apenas do câncer de pele não menaloma. Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. A estimativa é de que, em 2014, 69 mil novos casos sejam diagnosticados, ou seja, a descoberta de um caso a cada 7,6 minutos.

 

No intuito de conscientizar a população masculina sobre a doença e visando a diminuir a taxa de mortalidade que ainda é alta, acontece mundialmente o movimento Novembro Azul, iniciativa que já faz parte do calendário nacional das campanhas de prevenção no Brasil. O objetivo é combater a doença e, principalmente, motivar a população masculina a fazer exames preventivos.

 

“Depois do aparecimento dos sintomas, mais de 95% dos casos de câncer de próstata já se encontram em fase avançada. Por isso, é importante o exame regular através do toque retal e do PSA periodicamente”, afirma Carlos Corradi Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

 

A SBU recomenda que homens a partir de 50 anos procurem seu urologista para discutir a prática e a realização da avaliação. Aqueles com maior risco da doença (história familiar, raça negra) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos. Os exames consistem na dosagem sérica do PSA e no exame digital retal, com periodicidade anual.

 

Esta prática está relacionada à diminuição de cerca de 21% na mortalidade pela doença em estudos de grande porte e longo seguimento.

 

Dúvidas frequentes

 

– Quais são os exames para detectar a doença?
A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) é que homens a partir de 50 anos procurem seu urologista para discutir a prática e a realização da avaliação. Aqueles com maior risco da doença (história familiar, raça negra) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos. Os exames consistem na dosagem sérica do PSA e no exame digital retal, complementares para o diagnóstico, com periodicidade anual.

 

– Por que não posso só fazer o exame de sangue?
Porque cerca de 10 a 20% dos casos não são detectados pela dosagem de PSA no sangue. O exame de toque e o PSA são complementares.

 

– Quais são os fatores de risco para o câncer de próstata?

  • Idade (cerca de 62% dos casos são de homens a partir dos 65 anos)
  • Histórico familiar
  • Raça (maior incidência entre os negros)
  • Alimentação inadequada, à base de gordura animal e deficiente em frutas, verduras, legumes e grãos
  • Sedentarismo
  • Obesidade

 

– É possível prevenir?
Evitar a doença, não. Mas é possível diagnosticá-la precocemente, quando as chances de cura são de cerca de 90%.

 

– Quais são os sintomas?
Na fase inicial, quando as chances de cura são maiores, não há qualquer sintoma. Por isso a importância dos exames. Na fase avançada, quando a cura é mais difícil, o paciente pode sentir: vontade de urinar com urgência, dificuldade para urinar e levantar várias vezes à noite para ir ao banheiro, dor óssea, queda do estado geral, insuficiência renal, dores fortes.

 

– Quais são as opções de tratamento?
De acordo com a fase do tumor e as características do paciente, o médico poderá definir quais as melhores formas de tratamento. Nos estágios iniciais da doença (tumores localizados e localmente avançados) a prostatectomia radical é o tratamento padrão. Consiste em uma cirurgia para retirada da próstata e apresenta altos índices de cura.

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HIPERTENSÃO ARTERIAL

A hipertensão arterial é sabidamente uma doença que afeta não somente o coração, mas pode trazer consequências graves para os rins, olhos e outros órgãos. Essa doença sistêmica pode ser evitada com cuidados básicos e desenvolvimento de hábitos salutares.

O que é pressão arterial?

Quando o coração bombeia o sangue para o corpo, exerce uma pressão nas artérias (canos condutores do sangue) que varia dependendo do momento de contração desse órgão. O momento em que o coração está contraído para expulsar o sangue é chamado de sístole e a pressão nesse momento recebe o nome de sistólica ou pressão máxima. No momento de relaxamento do coração a pressão é chamada de mínima ou diastólica, pois o nome médico desse período é diástole.
A hipertensão arterial ocorre quando os níveis de pressão arterial estão acima de valores de referência para a população geral. Apesar do valor normal de pressão arterial ser de 120×80 mmHg, considera-se alteração de pressão apenas quando os valores forem superiores a 140×90 mmHg. Qualquer indivíduo pode apresentar, esporadicamente, níveis de pressão arterial maiores que 140×90 mmH, sem que seja considerado hipertenso. Somente a manutenção de níveis permanentemente altos em múltiplas medições, em diferentes horários, em várias posições e condições (repouso, sentado ou deitado) caracteriza a hipertensão arterial. A medida da pressão arterial deve ser realizada apenas com aparelhos confiáveis.

Como saber se a pressão arterial está aumentada permanentemente?
O diagnóstico do aumento permanente da pressão arterial pode ser obtido pela medida da pressão em várias condições ao longo do dia. Nem sempre é possível que todas essas avaliações sejam feitas por profissionais habilitados e em equipamentos confiáveis. Dessa maneira, o seu médico pode solicitar que você realize um exame chamado de Monitoração Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA). Esse teste consiste na adaptação de um aparelho de medição de pressão a um monitor que registra todas as medidas realizadas em períodos determinados. Depois de colocado no paciente o sistema realiza várias medidas da pressão arterial ao longo de 24 horas. O exame fornece um relatório com todas as medidas de pressão, possibilitando o diagnóstico correto da permanência de elevação da pressão arterial.

A hipertensão arterial é uma doença frequente?
Sim. A hipertensão arterial é uma das doenças mais frequentes em todas as partes do mundo. Um em cada cinco brasileiros é portador de hipertensão arterial. A doença tem uma tendência a aumentar de frequência em pessoas com idades mais avançadas.

Quais os sintomas da hipertensão arterial?
Na maioria dos casos nenhum sintoma é observado. Quando ocorrem, são sintomas vagos e comuns a outras doenças, como: dor de cabeça, tonteira, cansaço, enjoos, falta de ar e sangramentos nasais.

O que causa a hipertensão arterial?
Em 95% dos casos a causa da doença é desconhecida. Nesses indivíduos ocorre aumento da rigidez das paredes arteriais, fato favorecido pela herança genética em 70% dos casos. Logo, se seus pais ou parentes próximos são hipertensos, você tem probabilidade de desenvolver a doença.

Existe forma de prevenir o aparecimento da hipertensão arterial?
Sim. Evitando os fatores de risco para essa doença, como: fumo, excesso de peso, consumo abusivo de sal, falta de exercícios e sedentarismo, uso de pílulas anticoncepcionais acima de 35 anos e abuso de álcool.

Quais as complicações mais frequentes?
As complicações mais frequentes estão relacionadas à deficiência de circulação sanguínea nos órgãos mais importantes do nosso corpo e incluem: no coração – infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, miocardiopatia; no cérebro – derrame cerebral; nos rins – insuficiência renal; nos olhos – diminuição da visão e problemas na retina.

Existe cura para a hipertensão arterial?
Não. Porém, existe possibilidade de um controle bastante eficaz. O diagnóstico de hipertensão deve significar uma reformulação de hábitos, que favorecerá o funcionamento de todo o seu organismo. Cuide-se e mude desde já:

  • – Faça uma alimentação saudável, com pouco sal ou gordura
  • – Pratique exercícios físicos
  • – Pare de fumar
  • – Evite o álcool
  • – Evite o stress
  • – Mantenha-se dentro do peso ideal
  • – Controle periodicamente sua pressão arterial
  • – Mantenha seu colesterol sob controle

Esses cuidados irão garantir a você uma vida mais saudável, evitando que a hipertensão arterial limite a sua qualidade de vida!

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